sábado, 6 de dezembro de 2008

O INICIO


Era tudo frio, escuro e vazio quando abri os olhos, eu estava só, e extranhamente, não sentia medo, vi suas mãos estendidas, como as de um pai, e eu as segurei, vi um lugar vazio sem forma, derrepente como num estalar de dedos, vi muitos seres aparecendo, cheios de beleza e luz, eu os apreciei, e os adorei, foi quando me vi em um reflexo e vi que era feito de luz e gloria, como eles, e era tão belo como tal.

E uma voz bradou: Vocês são meus primeiros filhos!!!! a vós entrego o paraiso. Depois disso eu vi todos se agrupando, como se formassem uma orda, então eu ouvi a voz e vi de onde ela saia, era algo fieito puramente de luz...e disse: Que se faça a luz!!!! e a luz se fez... e depois eu vi tudo aparecendo conforme as ordens do pai, e então no fim eu vi ele pegar um punhado de barro e fez um boneco semelhante a nós e eu o vi soprar em suas narinas e vi a vida entrando naquele ser, e quando pai foi lhe dar a personalidade eu me adiantei e disse: Pai não faça de tal forma, pois assim eles terão inteligencia para alcançar anós se a souberem usar...
E ele me disse: Cala-te!!!!
E fez ao seu bel prazer... e depois de tudo criado deu as regras aquele ser...e eu mais uma vez me adiantei e disse: Pai não faz de tal forma, pois de que adianta ter inteligencia como a dos anjos se não podera usa-lá?
e ele veio até mim com ira e sem falar a mim me deu um tapa violento e disse banido estas do meu reino para todo o sempre, e condenado seras a viver e vagar no meio daqueles aquem achas imperfeito...
e eu me vi caindo, e minhas asas não mais existiam, eu cai por um longo e incontavel tempo,até sentir o choque com o solo...
Desde então eu vivo vagando, por essa terra que eu vi criar, condenado a viver no meio de gente que não sabe usar o que tem dentro de sua cabeça, e essa será minha sina para sempre...caido sem nunca poder voltar pra casa..só....até encontrar mais um como eu que havia caido antes de mim...vivendo sem poder fugir nessa terra onde aprendi a ser principe, onde aprendi a amar e a odiar...e onde apregoo a impiedade de meu Pai.

Nenhum comentário: